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Redator Sensorweb
Notícias e Cases de Sucesso

Internet das Coisas: um aliado na luta contra as perdas de insumos

Internet das Coisas: um aliado na luta contra as perdas de insumos

Com a Internet das Coisas é possível reverter informações como essas! A ONU (Organização das Nações Unidas) estima que 50% do total de vacinas produzidas em todo mundo são perdidas anualmente. Resolver esse problema não é tão simples, demanda tempo e discernimento para a escolha do melhor investimento a ser feito, especialmente porque não existe um único vilão nessa história e sim uma série de fatores, que juntos contribuem para esses indicadores tão alarmantes. As causas do desperdício são diversas, desde falhas de energia, falta de treinamento de profissionais da saúde, até refrigeradores inadequados abarrotados de vacinas. Sem falar da deficiência e escassez no monitoramento contínuo das temperaturas e condições nas quais esses insumos vitais são armazenados.

Desperdício: falta números, sobra notícias

Embora não existam números consolidados relacionados às perdas no Brasil, a imprensa noticia com grande frequência ocorrências deste tipo, especialmente na rede pública de saúde. A Prefeitura de São Paulo, recentemente, divulgou um relatório afirmando que mais 630 mil doses foram perdidas em 18 meses (entre 2014 e 2015), nos mais de 450 postos de saúde da cidade.

No município de Florianópolis, algumas unidades de saúde tiveram uma média superior a seis alterações de temperatura no ano, ou seja, a cada dois meses as vacinas foram descartadas por falha de conservação. Os motivos reportados são os mesmos em ambos os casos: danos em equipamentos ou falhas nos sistemas de distribuição de energia elétrica. Diante disso, o primeiro pensamento que vem a cabeça é: se regiões mais desenvolvidas, incluindo a capital do estado mais rico do país, apresentam estes indicadores, como ficam as demais, especialmente localidades menos abastadas? Ademais, imagine o impacto disto para os cofres públicos.

A evolução das vacinas vs preservação da cadeia fria

O Brasil é um país onde houve uma enorme evolução no que tange à produção de vacinas. Porém, ainda há muito para se avançar no que diz respeito à preservação desses insumos. Claro que estamos falando de um país de grandes dimensões, onde as temperaturas, em um mesmo período, podem ultrapassar os 40 graus no interior do estado do Tocantins ou serem negativas nas Serras Catarinenses – o que certamente dificulta a criação de um padrão de conservação. Porém, a tecnologia e o conceito de Internet das Coisas (IoT) e, sobretudo, o bom senso, podem ser cruciais nessa luta contra o desperdício.

É importante, antes de tudo, contextualizar, que existem dois tipos de perdas. A primeira delas, chamada de técnicas, ocorrem devido ao ciclo de vida das vacinas: frascos multidoses são abertos, mas como não há demanda acabam não sendo consumidos dentro do prazo de vencimento, ocasionando inevitavelmente o descarte. Já a segunda categoria, às das perdas físicas, está relacionada aos erros de manipulação e problemas com a rede de frio. E são exatamente essas perdas que com algumas medidas poderiam ser mitigadas.

O investimento ideal

A conservação adequada e o monitoramento de temperaturas, que muitas vezes ficam em segundo plano nos investimentos governamentais, são itens imprescindíveis dentro deste contexto. Uma pesquisa de amostragem realizada na região metropolitana de Fortaleza (CE) relacionou os elevados índices de desperdício aos desvios na temperatura. Parece irônico, mas, a grande maioria das perdas, foi por congelamento das vacinas, que deveriam ficar na faixa de 3ºC a 7ºC, deixando os últimos graus (2ºC e 8ºC) como a faixa limite para resolver eventuais problemas. E o que poucos têm noção é que o investimento necessário para um monitoramento 24 horas de temperaturas, por exemplo, não ultrapassa 1% dos valores correspondentes aos insumos armazenados em estoque, mas em contrapartida, permitem reduzir ou até mesmo eliminar o índice de perdas físicas, que chega a ser 5% deste mesmo total.

vacina e o monitoramento

Infelizmente o cenário no armazenamento de vacinas é de precariedade.

Geladeiras tradicionais ainda são amplamente utilizadas para essa finalidade, sendo que o controle térmico desses equipamentos não é nada preciso, sem falar que em muitos destes locais, como não existe se quer um único termômetro para medição, não há nenhuma anotação a respeito da situação de armazenamento. Isso é ainda mais contraditório pelo fato da Anvisa já ter recomendado a descontinuidade dessa aplicação e a substituição dos refrigeradores pelas câmaras de conservação.

Desenvolvidas exatamente para isso, as câmaras possuem sensores para marcar temperaturas, representando um considerável avanço de estabilização térmica de produtos críticos para a saúde.  Além disso, as mais modernas do mercado possuem painéis eletrônicos, que de forma simples e intuitiva para o usuário, permitem executar inúmeras funcionalidades capazes de aprimorar e facilitar as atividades e ainda estabelecer um controle técnico assertivo. No caso de falta de energia, a tecnologia das câmaras permite a manutenção da temperatura evitando a perda do material armazenado.

A Internet das Coisas como ajudante primário

Além disso, hoje em dia é possível contar com tecnologias que monitoram minuto a minuto a temperatura e disparam alertas no momento certo. Ou seja, quando a temperatura ultrapassar a mínima ou a máxima configurada pela equipe de saúde. São sistemas ou serviços simples que ajudam a monitorar as vacinas, a energia e também os equipamentos, em caso de falhas. Com o registo manual, por exemplo, não é possível ter a mínima ideia do que acontece dentro do centro, nos finais de semana e feriados. E parece que, são exatamente nestes dias, quando ninguém está olhando, que ocorrem os problemas.

A vantagem é que, com o apoio da tecnologia, mesmo à distância, seja ou não dia de folga, consegue-se viabilizar um procedimento emergencial. Isso é possível, graças ao monitoramento contínuo e Internet das Coisas (IoT), que traz um panorama de cada câmara, 24 horas, todos os dias da semana. Assim assegurando a confiabilidade do sistema e garantindo que os responsáveis sejam comunicados imediatamente após a identificação de algum problema.

Ao contrário do que muitos pensam, a saída para o desperdício que está ocorrendo não é a compra de novos lotes de vacinas. É claro, que em alguns momentos isso é necessário, mas se não tivermos a consciência dos cuidados que envolvem o armazenamento e direcionar os esforços para o correto armazenamento, nada adiantará. Investir em tecnologia assegura não só a integridade das vacinas, a economia de recursos, mas principalmente a vida de milhões de pessoas. Em um cenário tão complexo e adverso direcionar recursos para monitoramento a distância é um bom caminho na redução das indesejáveis perdas de insumos.

—

Douglas Pesavento é CEO e Co-founder da Sensorweb, startup que desenvolve soluções em Internet das Coisas (IoT) para a Saúde e é responsável pela unidade de conectividade da FANEM.


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02/09/2016/0 Comentários/por Redator Sensorweb
https://i0.wp.com/sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2018/12/internet-of-things-2.jpg?fit=1920%2C1080&ssl=1 1080 1920 Redator Sensorweb https://sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2019/02/logo2.png Redator Sensorweb2016-09-02 00:00:002025-09-24 15:05:56Internet das Coisas: um aliado na luta contra as perdas de insumos
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Diretor da Sensorweb debate no CRESCER SC: Internet das Coisas

diretor de tecnologia victor rocha pusch

A recém criada vertical de Internet das Coisas da ACATE, recebeu nesta semana o convite para fazer parte do evento CRESCE SC. É um projeto de discussão e debate de temas relacionados a engenharia nacional, oriundo do CRESCE BRASIL da FNE – Federação Nacional dos Engenheiros. O projeto tem foco nas cidades brasileiras e desta vez estará realizando em Florianópolis, juntamente com o Diário Catarinense o 3º Workshop o tema “Internet das Coisas: Os desafios da Engenharia Brasileira na Sociedade do Conhecimento” com o palestrante Marcelo Zuffo, professor da politécnica
da USP.

A palestra tem o objetivo de apresentar as tendências tecnológicas que estão mudando a humanidade e os desafios para os quais engenheiros devem estar preparados. Para isso, o evento conta com a participação dos debatedores Valber do Núcleo Mundial de Negócios e Victor Rocha Pusch, o Diretor de Tecnologia aqui da Sensorweb. O workshop acontecerá nesta segunda, 15 de Agosto das 8h30min às 11h no Auditório da FIESC, em Florianópolis.

A inscrição é gratuita e pode ser feita através deste link: bit.ly/workshopfloripa Confira o folder do evento logo a baixo!


workshop

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12/08/2016/0 Comentários/por Redator Sensorweb
https://sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2019/02/logo2.png 0 0 Redator Sensorweb https://sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2019/02/logo2.png Redator Sensorweb2016-08-12 00:00:002025-09-24 15:09:57Diretor da Sensorweb debate no CRESCER SC: Internet das Coisas
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Sensorweb palestra sobre Validação de Sistemas Computadorizados em Florianópolis

A tecnologia por trás do sensor de temperatura sem fio

Nos dias 8 e 9 de Agosto de 2016 a IDD Propriedade Intelectual organizou o Seminário: Sistemas de Gestão da Qualidade e Validação em Florianópolis. O evento tem o objetivo de auxiliar diversas indústrias farmacêuticas e cosméticas quanto as RDC 47/2013 Saneantes e RDC 48/2012 Cosméticos. Ambas as RDCs tem em seu teor assuntos quanto a gestão da qualidade e a validação de produtos, processos e sistemas.

O Seminário IDD

No primeiro dia, o seminário trouxe conceitos relacionados aos sistemas de gestão da qualidade e as alterações significativas das RDCs 47 e 48 de 2013. Também apresentou-se mapa para implantação das Boas Práticas de Fabricação (BPFs). Foram abordando tópicos como: instalações; documentação; pessoal; produção; auditoria; e autoinspeção.  Para o segundo dia, o seminário apresentou os conceitos de validação de diversas etapas da BPF que foram além do investimento, planejamento e adequação necessária para a implantação dos conceitos. Os principais tópicos do segundo dia foram sobre validação, tais como: plano mestre de validação, validação de metodologia analítica, de limpeza, de sistemas computadorizados, de sistemas de purificação de água e de processos.

Validação de Sistemas

A Sensorweb patrocinou o evento e também palestrou a respeito da Validação de Sistemas Computadorizados, além de também palestrarmos sobre a importância das temperaturas nos processos de pesquisa, desenvolvimento e produção dessas indústrias. Ana Paula Chenet, Customer Success, e Sharon Godinho, Farmacêutica e Gestora Comercial, apresentaram as etapas de como projetar e tornar um sistema validável de acordo com a ANVISA para o monitoramento da cadeia do frio e apresentaram o exemplo prático de validação que a Sensorweb têm realizado com alguns clientes.

Foi um grande prazer apresentarmos um pouco da experiência de validar sistemas, que até já comentamos aqui em outro post “O que é um sistema validável segundo a Anvisa?”, esperamos repetir essa dose de trocas de informação e conhecimento com outras instituições. Confira abaixo algumas imagens da palestra:


validação de sistemas computadorizados sensorweb
palestra sensorweb
palestra sensorweb


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12/08/2016/0 Comentários/por Redator Sensorweb
https://i0.wp.com/sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2018/12/tecnologia-wifi-sensor.png?fit=705%2C115&ssl=1 115 705 Redator Sensorweb https://sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2019/02/logo2.png Redator Sensorweb2016-08-12 00:00:002025-09-24 15:06:01Sensorweb palestra sobre Validação de Sistemas Computadorizados em Florianópolis
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Sensorweb tem nota máxima no Programa de Qualidade do HEMOSC

A importância da cadeia do frio na conservação do sangue

Desde 2014 a Sensorweb atende a Rede Estadual de Sangue (HEMOSC/FAHECE) no monitoramento contínuo das temperaturas em toda a Santa Catarina. São, ao todo, 18 unidades distribuídas pelo estado e mais de 400 pontos monitorados 24h com gestão de alertas, equipes responsáveis organizadas e procedimentos operacionais padrão (POPs) regularizados.

Programa de Qualidade

O HEMOSC desenvolve o Programa de Qualidade Interno, cujo o objetivo da rede é oferecer e manter produtos e serviços com qualidade e assim proporcionar maior satisfação dos clientes. Além disso, o programa visa analisar com intuito de atender critérios de todas as partes envolvidas. A cada quadrimestre também ocorre a avaliação de desempenho dos fornecedores de produtos e serviços que foram contratados pela rede HEMOSC, a fim de garantir o cumprimento dos requisitos legais no Programa de Qualidade.

A Sensorweb passou pela avaliação neste primeiro quadrimestre de 2016 do Programa de Qualidade do HEMOSC com nota máxima. Em documento, o HEMOSC abordou questões como: avaliação de serviços e relatório de não conformidade no período avaliado. A nota final foi de 100,0, apresentando  um serviço completo e que atendeu todos os requisitos descriminados pela rede estadual.

hemosc sensorweb sangue

Para nós, da Sensorweb, a notícia foi comemorada e estamos contentes em fazer parte da qualidade e credibilidade que o HEMOSC para com a população. O nosso objetivo é cada vez mais atender e auxiliar instituições a conquistarem seus selos de qualidade perante órgãos, programas, acreditações e ajudar instituições de saúde dentro das suas necessidades.


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11/08/2016/0 Comentários/por Redator Sensorweb
https://i0.wp.com/sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Blood-vial-MS.jpg?fit=1280%2C854&ssl=1 854 1280 Redator Sensorweb https://sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2019/02/logo2.png Redator Sensorweb2016-08-11 00:00:002025-09-24 15:05:49Sensorweb tem nota máxima no Programa de Qualidade do HEMOSC
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Boas Práticas e Regulatórios Anvisa

Como perceber confiabilidade?

Como perceber confiabilidade?

Quando falamos de confiabilidade, a primeira palavra associada ao termo são confiança e confiável. Sim, todas essas palavras tem suas correlações e importâncias para o dia a dia de todos. Não é a toa que a busca por confiabilidade é algo que move praticamente todos os setores da economia no mundo inteiro. Ser ou não ser confiável faz importante diferença na sobrevivência de uma empresa, um serviço ou um equipamento dentro do mercado competitivo, no qual pessoas estão cada vez mais exigentes.

No desejo de ofertar melhores serviços e produtos, a fim de fidelizar cada vez mais pessoas (bem como instituições), empresas têm trabalho de forma incansável com a finalidade de minimizar falhas de confiabilidade e oferecer equipamentos que apresentem desempenho confiável para uso diário.

Vamos entender um pouco mais sobre confiabilidade

Como podemos percebe-la em nosso cotidiano, começando pela sua definição:

“A confiabilidade de um projeto, corresponde a sua capacidade de desempenhar adequadamente seu propósito especificado por um determinado período de tempo e sob condições de ambiente pré-determinadas.”, ou também, em outras palavras, “é a probabilidade de um sistema (componente, aparelho, circuito, cadeia de máquinas, etc) cumprir sem falhas uma missão com uma duração determinada.”

Por exemplo, a Sensorweb oferece uma taxa de SLA no seu serviço de 99%, ou seja, que no seu conjunto, o sistema que inclui sensor, transmissão de dados (comunicação) e portal de monitoramento, pode ficar no máximo 7,2 horas sem monitoramento online durante o mês (730h), para janelas de manutenções preditivas e corretivas.

Uma das finalidades da Confiabilidade é a elaboração de regras que permitam a concepção de sistemas muito complexos (computadores, redes elétricas, usinas químicas, sistemas de geração elétrica, aviões, naves espaciais, sistema de controle e proteção, etc) capazes de funcionar satisfatoriamente mesmo com a ocorrência de falhas em alguns dos seus componentes mais críticos.

A importância que a confiabilidade têm no projeto de produtos, processos e serviços

1. Projetos confiáveis requerem menor intervenção após a venda. Isso tem por consequência uma resposta de menor custo na manutenção, além de fornecer suporte quantitativo a técnicas qualitativas bastante difundidas, como a FMEA (análise de modos e efeitos de falhas), descreveremos mais a frente sobre isso.

2. Projetos confiáveis integram as funções de design a manufatura, o que gera processos robustos e estáveis, junto com a redução no estoque de reposição (peças, componentes, dispositivos, etc).

3. Um projeto que apresente confiabilidade gera melhor percepção do cliente frente ao próprio item e claro, a marca representada nele.

Um exemplo prático? Na década de 60 a AT&T instalou seu primeiro cabo transatlântico de comunicações. O objetivo era no máximo 1 falha em 20 anos. O cabo ainda está em operação sem nenhuma falha. A empresa está repondo antigos cabos por cabos de fibra ótica, mais baratos e com confiabilidade de projeto de, no máximo 1 falha em 80 anos de uso.

Fatores que podem alterar confiabilidade de determinado projetos

Condições ambientais:

Um projeto pode apresentar desempenho diferente quando opera em contextos distintos. Por exemplo: temperaturas altas e baixo índice de umidade em comparação a contexto climático de temperaturas amenas e alto índice de umidade, nestes casos (como é o caso da extensão do nosso país) é provável que um projeto tende a operar diferente nesses contextos, em especial,  no caso de produtos.

Forma de utilização:

Um projeto é desenvolvido e tem seu uso destinado a determinada função, no entanto pessoas ou instituições acabam utilizando-o para outras funções diversas. A utilização desse produto fora da área para qual foi desenvolvido pode apresentar problemas precoces em seu sistema, o que afetará a confiabilidade. Esta alteração também é conhecida no modo popular como “gambiarra” e não se pode analisar a confiabilidade de um projeto em funções não pensadas.

Tipos de falhas que podem ocorrer em projetos

Antes de tudo, compreende-se por falhas a redução parcial ou total da eficácia, ou a capacidade de desempenho de um componente, ou sistema ou até mesmo de medicamentos, como escrevemos em outro post.

As falhas por nível de diminuição da capacidade são chamadas de Falhas Parciais e/ou Falhas Totais, os próprios termos já deixa claro os níveis de falhas ocorridas. Outras consideradas são, as falhas:

  • Catastróficas (Ex.: curto-circuito numa linha de transporte de energia elétrica, paralisação total).
  • Graduais (Ex.: alteração gradual das luzes e cores de um monitor de computador).
  • Temporárias (Ex.: curto-circuito entre fases, devido a uma causa passageira).
  • Intermitentes (Ex.: mau contato na entrada do celular que encaixa o carregador).
  • Permanentes (Ex. lâmpada fundida, bobina queimada).

Abaixo a “curva da banheira” demonstrando as fases de um projeto e suas possíveis falhas.

curva da banheira confiabilidade

Afinal, como perceber confiabilidade?

Há diversas formas de se perceber a confiabilidade de um projeto de produtos, processos ou serviços. Entre as mais conhecidas estão:

Tempo médio entre falhas (MTBF): Termo usado sem muita precisão em muitas industrias. O MTBF é baseado em hipóteses e, portanto, a definição de falha e o cuidado com este tipo de detalhes são de suma importância para uma interpretação correta.

Disponibilidade (SLA): acordo entre o Provedor de Serviços e seus Clientes, o qual estabelece e acorda Níveis de Serviço para determinado serviço/produto provisionado. A disponibilidade deve ser revista regularmente, com a finalidade de garantir um desempenho em conformidade com os Níveis de Serviço acordados, e estão totalmente sujeitos ao Processo de Gerenciamento de Mudanças/Liberações. Exemplo, a Sensorweb oferece uma taxa de SLA no seu serviço de 99%.

Análise dos modos e efeitos de falha (FMEA): Procedimento normal e efetivo para a identificação de perigos devido a falhas que consiste basicamente em: postular falhas, examinar seus efeitos, registrar as proteções existentes e principalmente recomendar modificações/melhorias.

Análise da arvore de falhas (FTA): método padronizado de análise de falhas ou problemas, verificando como os mesmos ocorrem em um equipamento ou processo, ou seja, é uma técnica de confiabilidade e segurança. A FTA é uma representação gráfica em forma de árvore que mostra a relação de causa/efeito, usando uma lógica booleana para combinar diferentes eventos, entender a forma como os sistemas podem falhar e por fim identificar as melhores maneiras de redução de risco.

0% de falhas não existe, por isso confiabilidade é essencial!

Dessa forma, um projeto que apresente as formas citadas de se perceber confiabilidade é digno de ser adquirido para posterior utilização contando com um alto grau de confiança e a sua qualidade. E você? Já passou por alguma situação onde a confiabilidade de determinado equipamento/produto afetou seu negócio de forma positiva ou então negativa? Deixe sua história nos comentários abaixo!


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05/08/2016/0 Comentários/por Redator Sensorweb
https://i0.wp.com/sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2016/08/606079-636402166307474915-16x9.jpg?fit=1920%2C1080&ssl=1 1080 1920 Redator Sensorweb https://sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2019/02/logo2.png Redator Sensorweb2016-08-05 00:00:002025-09-24 15:05:43Como perceber confiabilidade?
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Clínica de Neoplasias Litoral: monitoramento de temperatura de clínicas oncológicas

Hemovalle: monitoramento de temperatura das bolsas de sangue

A Clínica de Neoplasias Litoral localizada na cidade de Itajaí (SC) é especializada em Oncologia Clínica. Ela tem como visão oferecer atendimento de qualidade aos seus pacientes. A clínica tomou a decisão de monitorar os quimioterápicos e outros medicamentos de alto custo com a nossa solução em Outubro de 2015.

Um dos fatores que levou a Clínica de Neoplasias Litoral a investir em monitoramento contínuo e online foi sua missão de buscar o aprimoramento em protocolos, com o intuito de  manter um rigoroso padrão de controle nas medicações e materiais utilizados em seus pacientes. A Sensorweb conheceu a Clínica de Neoplasias Litoral através de uma indicação. Após apresentação da solução, a contratação e implantação foi quase imediata. Na sequência, a equipe da clínica recebeu o treinamento para uso completo da nossa solução.

Antes da Sensorweb

Antes de existir o monitoramento contínuo com a solução Sensorweb, os registros na clínica eram realizados manualmente, somente uma vez por dia conforme indicações governamentais. O acompanhamento das temperaturas acontecia apenas durante o período em que havia assistência farmacêutica no local.

Os riscos de monitorar e registrar manualmente se tornaram evidentes no momento em que ocorreram desvios na temperatura do ambiente e também da câmara. No entanto, estes desvios só eram diagnosticados no início do turno, ou seja, por aproximadamente quase 12 horas os medicamentos ficavam sem monitoramento e qualquer problema mais grave poderia ter ocorrido sem que ninguém fosse alertado. Por sorte, os eventos mais graves foram diagnosticados em tempo, sem causar danos aos medicamentos ou mesmo perda de insumos.

Em relato, o acontecimento mais grave foi decorrente de um problema técnico na câmara de conservação, por isso, a equipe acionou o seu plano de contingência, que nessa situação, foi armazenar os medicamentos em isopores com controle constante da temperatura (manual) até transferir para uma outra câmara que estivesse com as condições de temperatura estável.

Depois da Sensorweb

Foi somente após a implantação da solução Sensorweb, que a equipe conseguiu obter maior agilidade no registro das temperaturas. O agendamento automatizado de relatório na plataforma online permitiu que as temperaturas registradas (minuto a minuto) fossem enviadas diariamente para a equipe. Com estes relatórios gerados, a equipe obteve um controle mais preciso das variáveis de temperaturas e, agora, podem atuar também naquelas 12 horas que antigamente ficavam sem monitoramento.

A estabilidade físico-química dos medicamentos quimioterápicos são de fundamental importância. Para isso eles visam garantir que estes fiquem adequadamente armazenados, garantindo esta estabilidade (consequentemente a segurança dos pacientes). Este é um dos principais motivos de monitorar continuamente com a solução Sensorweb.

De acordo com a farmacêutica responsável, “com o monitoramento em modo integral, podemos proporcionar uma atuação precisa em casos de desvios de temperatura e assim erradicar/minimizar perdas e prejuízos bastante expressivos”, em especial por se tratar de medicamentos extremamente sensíveis à temperatura ambiente e também altamente custosos, como são quase todos os medicamentos da oncologia.

Hoje a solução Sensorweb se tornou uma ferramenta de extrema importância para a equipe farmacêutica da clínica, pois auxilia para uma melhor segurança no armazenamento de medicamentos a fim de manter o ciclo da cadeia do frio intacto e eficaz para a segurança do paciente.

As vantagens em ter Sensorweb na Clínica de Neoplasias Litoral

“Com o monitoramento em tempo integral da Sensorweb, podemos garantir a qualidade dos medicamentos aqui acondicionados e ter a segurança de que os nossos medicamentos são monitorados 24 horas. O atendimento da equipe Sensorweb, quando necessário, é prestado com muita rapidez e atenção, sempre e a qualquer hora.” – Bruna Rodrigues de Senna Waltrick, farmacêutica responsável.

Como gerente da Clínica de Neoplasias Litoral, hoje tenho maior segurança com relação ao monitoramento de temperatura adequada para nossos medicamentos. Garantir a estabilidade das medicação é garantir um tratamento adequado e de qualidade ao nossos pacientes.

Andréia Gonçalves BairrosGerente Responsável

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19/07/2016/0 Comentários/por Redator Sensorweb
https://i0.wp.com/sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Destaque-Case-Neoplasias.png?fit=640%2C285&ssl=1 285 640 Redator Sensorweb https://sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2019/02/logo2.png Redator Sensorweb2016-07-19 11:53:332023-02-09 14:26:37Clínica de Neoplasias Litoral: monitoramento de temperatura de clínicas oncológicas
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Conservação do estudo de medicamentos em Centros de Pesquisa

Conservação do estudo de medicamentos em Centros de Pesquisa

As longas pesquisas de medicamentos, os testes clínicos, a documentação que libera a comercialização e outras etapas são necessárias para que os medicamentos cheguem até o paciente. Profissionais que fazem estudos em centros de pesquisa sabem os cuidados que precisam ser tomados na estruturação dos centros de pesquisa.

Leia mais
12/07/2016/0 Comentários/por Redator Sensorweb
https://i0.wp.com/sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2018/12/pesquisa2.png?fit=900%2C601&ssl=1 601 900 Redator Sensorweb https://sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2019/02/logo2.png Redator Sensorweb2016-07-12 00:00:002025-10-10 15:38:19Conservação do estudo de medicamentos em Centros de Pesquisa
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Termômetros com mercúrio podem ser proibidos

Como a calibração de sensores de temperatura impacta a segurança

Os termômetros e esfigmomanômetros com coluna de mercúrio são os produtos que possuem uma coluna transparente, contendo mercúrio no seu interior. Sua finalidade é a de aferir valores de temperatura corporal (no caso do termômetro) e pressão arterial (no caso do esfigmomanômetro).

A Anvisa abriu a Consulta Pública 207/2016 para proibir a fabricação, importação e a comercialização, assim como o uso em serviços de saúde, dos termômetros e esfigmomanômetros com coluna de mercúrio. A consulta foi publicada nesta segunda-feira (20/6), no Diário Oficial da União (DOU).

O prazo para envio de comentários e sugestões ao texto da proposta de regulamentação será de 60 (sessenta) dias, a contar de 7 (sete) dias após a data de publicação.

Os termômetros e esfigmomanômetros com coluna de mercúrio são os produtos que possuem uma coluna transparente, contendo mercúrio no seu interior, com a finalidade de aferir valores de temperatura corporal (no caso do termômetro) e pressão arterial (no caso do esfigmomanômetro).

Como contribuir?

A participação na Consulta Pública pode ser feita por formulário eletrônico.

Acesse agora o conteúdo da Consulta Pública 207/2016

Esses equipamentos já possuem outras alternativas de mercado que não utilizam a coluna de mercúrio. Os termômetros e esfigmomanômetros digitais são produtos para a saúde de uso difundido no Brasil e possuem as mesmas indicações clínicas que os que contém mercúrio. Esses dispositivos também possuem a sua precisão avaliada compulsoriamente pelo Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade e são ambientalmente mais sustentáveis.

Os aparelhos retirados de uso deverão seguir a regulamentação vigente para descarte de resíduos sólidos: a política nacional de resíduos sólidos, estabelecida pela Lei 12.305/2010 e a RDC 306/2004, que dispõe sobre o regulamento técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde.

Convenção de Minamata

A ação na retirada de comercialização do mercúrio dos termômetros e esfigmomanômetros faz parte do compromisso do Governo Brasileiro firmado na Convenção de Minamata. A Anvisa, assim como outros órgãos da administração pública, está comprometida com a Convenção de Minamata. Onde os 140 países firmaram compromisso para o controle do uso e redução de emissões e liberações do mercúrio para a natureza. Um dos compromissos é o banimento de produtos que contém mercúrio até 2020. A proibição da substância é uma tendência mundial.

Contribuição em papel

Em caso de limitação de acesso do cidadão a recursos informatizados será permitido o envio e recebimento de sugestões por escrito, em meio físico, durante o prazo de consulta, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde, SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050. As contribuições internacionais deverão ser direcionadas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Assessoria de Assuntos Internacionais (Aint), no mesmo endereço.

Por: Ascom
Fonte: Anvisa

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08/07/2016/0 Comentários/por Redator Sensorweb
https://i0.wp.com/sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2018/12/metrologia-calibracao-sensores.png?fit=705%2C115&ssl=1 115 705 Redator Sensorweb https://sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2019/02/logo2.png Redator Sensorweb2016-07-08 00:00:002025-09-24 15:05:47Termômetros com mercúrio podem ser proibidos
Redator Sensorweb
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Avanços tecnológicos na saúde

Avanços tecnológicos na saúde

Uma onda de tecnologia invadiu nossas vidas e já não sabemos mais viver sem ela. Em meio a tantos avanços tecnológicos, um novo conceito surgiu: a chamada “Internet of Things” (IoT) ou “Internet das Coisas”. Se você nunca ouviu falar, trata-se de uma evolução tecnológica na qual objetos, dispositivos e equipamentos são conectados uns aos outros através da internet, permitindo acesso instantâneo à informações remotas. De automóveis a eletrodomésticos, é possível conectar qualquer objeto à internet e nós falamos um pouco mais sobre isso aqui.

A aplicação tecnológica na Saúde

Provavelmente, vocês já sabem que a maioria dos exames laboratoriais dependem da tecnologia. Raio-X, tomografia, ressonância magnética, são diversos aparelhos tecnológicos usados nos hospitais já há um bom tempo, entretanto, há novas tecnologias que envolvem a IoT e tem sido muito bem-vinda na área da saúde.

Recentemente, aplicativos destinados para smartphones têm facilitado o acesso do profissional de saúde a informações importantes, como valores de referência laboratoriais, vacinas, bulas de medicamentos, condutas terapêuticas, etc. Durante cirurgias, pacientes são monitorados por aparelhos cada vez mais modernos, mostrando dados minuciosos para a equipe médica. Recentemente, a ANVISA aprovou para a comercialização o Centricity Anesthesia, software que coleta os sinais vitais do paciente durante a cirurgia e os armazena em tempo real, permitindo que o Médico Anestesista mantenha o foco apenas no paciente. A cirurgia robótica também tem evoluído rapidamente, tornando os procedimentos cirúrgicos mais eficazes e reduzindo os possíveis riscos.

Em 2014, a GE Healthcare realizou a pesquisa “O Valor do Saber”, sobre a importância dos avanços tecnológicos para a área da saúde, sendo entrevistadas cerca de 10 mil pessoas em dez países, incluindo o Brasil. Os resultados mostraram que, para 87% dos entrevistados, o uso de tecnologias para monitorar a saúde a distância pode ser a mais importante inovação médica dos próximos anos. No Brasil, 47% dos entrevistados acreditam que o tempo de duração das consultas médicas é adequado, enquanto 44% acham que esse tempo não é suficiente e 9% não tem opinião. Sobre prevenção e diagnóstico, 95% acreditam que seria muito importante saber previamente o risco de desenvolver doenças.

Os resultados mostraram que, para 87% dos entrevistados, o uso de tecnologias para monitorar a saúde a distância pode ser a mais importante inovação médica dos próximos anos.

Dentre as tecnologias que os brasileiros acreditam que serão importantes para o futuro da saúde, temos: 1) Tecnologias para monitoramento de saúde fora do hospital (95%); 2) Equipamentos portáteis (94%); 3) Softwares de análise para reduzir o número de cancelamentos e atrasos nos atendimentos (94%); 4) Gravação e armazenamento digital dos dados dos pacientes (93%). Sobre as tecnologias que os entrevistados acreditam que podem mudar o atendimento de saúde: 1) Equipamentos de diagnósticos mais rápidos (83%); 2) Tecnologias que reduzam o tempo de espera em pronto socorros (81%); 3) Acesso instantâneo dos médicos aos dados de saúde dos pacientes (74%); 4) Acesso instantâneo do próprio paciente aos dados médicos (67%); 5) Acesso a um médico online (64%).

telemedicina

Telemedicina

Você já imaginou ser examinado pelo seu médico à distância? A chamada Telemedicina está em alta e já é possível se consultar sem sair de casa, em alguns lugares do mundo. Nesses casos a experiência do paciente é diferenciada, pois os aparelhos modernos permitem que o médico examine você como se estivesse ao seu lado, em tempo real. O paciente pode ser tratado dentro do próprio ambiente familiar, humanizando seu tratamento, e ainda ter as informações sobre sua saúde armazenadas na nuvem. Sensacional, não? Os dados armazenados servem como base para formular hipóteses diagnósticas e otimizar a terapêutica.

Automatização no Monitoramento de Temperatura

Uma novidade para as infraestruturas dos bancos de sangue, clínicas, farmácias e hospitais é a automatização do monitoramento de temperatura e umidade. Refrigeradores, freezers, câmaras frias, caixas térmicas, estufas e salas de tratamento especializado devem ser mantidos em temperatura e umidade adequadas, a fim de assegurar a integridade de vacinas, medicamentos, materiais coletados para exames, materiais de pesquisa, amostras biológicas, órgãos para transplante, etc.

A automatização desse monitoramento e registro de temperatura é uma facilidade para a equipe de saúde, evitando que insumos sensíveis e seus ambientes cheguem ao paciente com sua total eficácia, sem ruptura na cadeia do frio. Como funciona essa automatização? Bem, os sensores medem e registram as variações e, se houver desvio nessas variações, o sistema dispara a informação aos responsáveis por meio de SMS ou e-mail, evitando problemas, danos e principalmente perdas para a saúde.

Todo o monitoramento é realizado sem necessidade de que a equipe de saúde estar presente, os dados são enviados em tempo real e os registro dos dados ficam na nuvem. Através de qualquer dispositivo: seja celular; tablet; ou computador. Sempre é possível acessar essas informações de onde estiver, pela internet, permitindo que o responsável monitore e tome medidas necessárias a qualquer momento.

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Se interessou pelo assunto e deseja saber mais sobre nosso serviço? É só solicitar a apresentação da nossa solução que entramos em contato com você. No mais, se você tem alguma dúvida a respeito do assunto ou quer se informar melhor, acesse agora o nosso blog com vários conteúdos sobre monitoramento de temperatura, dicas de otimização, armazenagem, estabilidade e tecnologias para o setor.

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22/06/2016/0 Comentários/por Redator Sensorweb
https://i0.wp.com/sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2016/06/2telemedicine0812.jpg?fit=2084%2C1366&ssl=1 1366 2084 Redator Sensorweb https://sensorweb.com.br/wp-content/uploads/2019/02/logo2.png Redator Sensorweb2016-06-22 00:00:002025-09-24 15:05:26Avanços tecnológicos na saúde
Redator Sensorweb
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O que analisar em softwares para saúde antes de contratar?

O que analisar em softwares para saúde antes de contratar?

Por que dar atenção aos ‘softwares’?

Em primeiro lugar, porque softwares como serviço têm se tornado a grande revolução para as empresas. A forma como os softwares conseguem oferecer excelente relação “custo x benefício” e a capacidade de otimizar processos dentro do ambiente do cliente ou da instituição, são dois dos maiores motivos para prestar a devida atenção e analisar softwares para a saúde.

Eles partem de uma proposta inovadora e extremamente benéfica, onde permite não somente melhor gerenciamento e controle como, também, maior aproveitamento e menos desperdícios de recursos essenciais para a continuidade e qualidade das atividades (atendimento ao paciente, controle de qualidade, desenvolvimento de pesquisas, controle e manipulação de medicamentos, etc).

No caso de um software, em formato de serviço, voltado para a área da saúde, é crucial a escolha de uma solução que atenda às demandas específicas das instituições. As empresas de tecnologia que desejam ou atendam a área deve trabalhar com foco em compreender as necessidades da saúde (equipes e pacientes) para operar com alto desempenho em um ambiente de profunda complexidade como um hospital, por exemplo.

Instituições sérias que promovem o valor humano e a garantia da vida tem em seu processo insumos essenciais na melhoria da qualidade, no atendimento e na eficácia dos tratamentos e esse fator deve pertencer às empresas de tecnologia que desenvolvem softwares e serviços para a saúde!

O que isto significa, na prática, para os envolvidos na área da saúde?

A finalidade da tecnologia em geral é gerar experiência para os seus usuários, independente de setor. As empresas de tecnologia, quando voltadas para saúde não devem pensar diferente, muito pelo contrário, os softwares e serviços devem prezar pela total experiência do usuário e principalmente, pelo seu feedback. O motivo maior é, o simples fato de, que em ambientes de saúde, o software implantado deve auxiliar equipes e responsáveis a gerir materiais sensíveis com alto custo (para o bolso e para a vida), tais como medicamentos oncológicos, vacinas, análises clínicas, bolsas de sangue, pesquisas em saúde e também pesquisa em alimentos, obtendo o máximo de excelência possível!

É importante evidenciar o valor e a responsabilidade de analisar a usabilidade de um serviço de tecnologia (composto por softwares e equipamentos, hardwares), ou seja, analisar a facilidade de uso de um software, a eficiência dele – pense no caso de uma solução de monitoramento de temperatura em tempo real nos ambientes de saúde ou na indústria – para saber se está adequado às necessidades da instituição.

Por sermos uma empresa de tecnologia que, diariamente, recebe analises de dados e de prestação de serviço, consideramos a usabilidade dos nossos usuários (farmacêuticas, pesquisadores, médicas, engenheiros, etc) primordial para a boa conservação dos insumos armazenados. Assim, levantamos dicas sobre como é possível analisar a usabilidade de um software e por que isto – que pode parecer uma questão aparentemente não pertinente aos setores que lidam prioritariamente com o objetivo de gerir recurso de saúde – é indispensável para uma experiência positiva neste sentido:

1) O software funciona corretamente?

O advento das tecnologias inovadoras nas instituições de saúde faz crescer a necessidade de explicar aos usuários o quanto a experiência, dores e opinião deles são importantes para a confecção das plataformas que atuam como software de serviço.

Logo, o primeiro item que deve ser analisado na usabilidade do serviço de tecnologia é se ele funciona corretamente dentro das demandas a que deve atender precisamente e se suas funcionalidades estão certas para o que você precisa em seu ambiente. Por exemplo, se houver algum desajuste – ou seja, o software funciona, mas não especificamente do jeito certo para alguma necessidade – é possível customizá-lo exatamente de acordo com suas necessidades, desde que haja esta cooperação importante para que a empresa de tecnologia fornecedora compreenda o que a instituição de saúde realmente precisa.

2) É simples de ser operado e cumpre seu objetivo de simplificar e facilitar o controle por parte dos profissionais?

Para quem faz o controle das temperaturas em planilha manual, registrando de tempos em tempos as temperaturas de uma ou várias câmaras e ambientes. Por exemplo, tendo que manter esse rigoroso controle diante das outras atividades (e que não são poucas). Implantar um bom software de serviço pode representar mais segurança e facilidade na execução dessa tarefa. Isto é, simplificando a rotina de trabalho e ajudando, inclusive, na detecção de falhas que sejam comprometedoras aos insumos ou ao paciente.

Aqui é importante analisar os seguintes itens:

  • Quantos por cento agiliza o processo (registra automaticamente, por exemplo);
  • Facilita o controle de itens obrigatórios (profissional torna-se controlador e não verificador ponto a ponto);
  • Ajuda na intervenção rápida de problemas que possam colocar em risco a integridade ou a qualidade dos insumos ou atendimento;
  • O quanto agrega em valor para a instituição (humano e financeiro) ao evitar perdas irrecuperáveis (dados ou materiais);
3) O quanto seu software está ajudando a otimizar e preservar recursos?

Aqui falamos dos resultados, propriamente ditos. É importante analisar o quanto o software de serviço que será contratado ajuda a reduzir prejuízos ao máximo (que podem trazer sérias consequências não só para a instituição como – PIOR! – para os pacientes que dependem do bom gerenciamento de um estoque de insumos, por exemplo) e agrega confiabilidade e segurança às operações.

Bom desempenho e usabilidade de um software garantirá a qualidade e conservação dos recursos. Otimizando-os e evitando perdas, que terão de ser repostas,  gerando retrabalho, gastos excessivos, mobilização de voluntários. O que pode não ser tão fácil, no caso de doações de sangue, convocação de pacientes para colher amostras novamente (que tenham sido invalidadas). E até atrasos em demandas essenciais, que não poderiam esperar muito por eles. Como tratamentos, resultados de exames dos quais dependam possíveis cirurgias e até transfusões, se for o caso.

Pense neste filme como um resumo do projeto. Como projetar um hospital ou sistema que ajuda e apóia cada uma das pessoas e suas circunstâncias?

Para nós da Sensorweb, o lidar diariamente com materiais que precisam ser armazenados sob refrigeração, tais como: medicamentos; vacinas; pesquisa; e demais recursos. Estes precisam ser mantidos em condições ideais de temperatura, exigindo o controle ao longo do dia pode ser um grande desafio para as equipes envolvidas. Com a ajuda de um software de serviço com usabilidade realmente boa isso, essa atividade adquiri mais garantia e tranquilidade.

E então, entendeu como você pode perceber a usabilidade de um software antes de contratar? Deseja saber mais sobre como podemos ajudar você e a sua instituição? Acesse aqui e agendamos uma apresentação contigo! E se ficou alguma dúvida que gostaria de esclarecer? Deixe um comentário; estamos aqui para ajudar! ;)

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21/06/2016/0 Comentários/por Redator Sensorweb
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